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A expressão classificação científica ou classificação biológica designa o modo como os biólogos agrupam e categorizam as espécies de seres vivos, extintas e actuais. A classificação científica moderna tem as suas raízes no sistema de Carl von Linée (ou Carolus Linnaeus), que agrupou as espécies de acordo com as características morfológicas por elas partilhadas. Estes agrupamentos foram subsequentemente alterados múltiplas vezes para melhorar a consistência entre a classificação e o princípio darwiniano da ascendência comum. O advento da sistemática molecular, que utiliza a análise do genoma e os métodos da biologia molecular, levou a profundas revisões da classificação de múltiplas espécies e é provável que as alterações taxonómicas continuem a ocorrer à medida que se caminha para um sistema de classificação assente na semelhança genética e molecular em detrimento dos critérios morfológicos. A classificação científica pertence à ciência da taxonomia.





Cartoon #10

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Reflexão:

Neste cartoon podemos verificar uma evolução que ocorreu de um lagarto para uma cobra que apoia a lei evolucionista.

Lamarckismo

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A teoria da Evolução de Lamarck é fundamentada em dois aspectos: (1) A tendência dos seres para um melhoramento constante rumo à perfeição, um aumento da complexidade dos seres menos desenvolvidos aos mais desenvolvidos; esta tendência seria uma força externa, semelhante a atracção gravitacional, que se agisse isoladamente geraria um linha contínua e progressiva. Porém, esta tendência não actua sozinha na evolução, há a lei (2) do uso e desuso que conjugada com a transmissão dos caracteres adquiridos provoca desvios na linha evolutiva.

Segundo a lei do uso e desuso os indivíduos perdem as características de que não precisam e desenvolvem as que utilizam. O uso contínuo de um órgão ou parte do corpo faz com que este se desenvolva e seja apto para o correcto funcionamento, e o desuso de um órgão ou parte do corpo faz com que este se atrofie e com o tempo perca totalmente sua função no corpo do indivíduo. Estas mudanças são transmitidas aos descendentes através da: Transmissão das características adquiridas - O uso e desuso de partes do corpo provocam alterações no organismo do indivíduo, essas alterações podem ser transmitidas às gerações seguintes. Por exemplo as crias das girafas herdam o pescoço comprido dos pais que supostamente o desenvolvem quando comem folhas das árvores mais altas. Desta forma surgiriam as novas espécies, que na verdade nada tem de novo, são apenas alterações das já existentes, desvios na linha evolutiva.

Lamarck acreditava que, como o ambiente terrestre sofre modificações constantes, as suas alterações estruturais forçam os seres que nele vivem a se transformarem para se adaptarem ao novo meio. Ao longo de muitas gerações (milhões de anos), o acúmulo de alterações pode levar ao surgimento de novos grupos de seres vivos. Assim, modificações no ambiente causam alterações nas "necessidades", no comportamento, na utilização e desenvolvimento dos órgãos, na forma das espécies ao longo do tempo - e por isso causam a transmutação das espécies (evolução).


Video #1

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Encontrei este video de uma publicidade de uma cerveja que mostra a evolução do Homem.
Achei engraçado e decidi colocar.


Ciclo de vida

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Ciclo de vida é o conjunto de transformações por que podem passar os indivíduos de uma espécie para assegurar a sua continuidade.

Ciclo de vida haplonte

Muitos protistas e fungos apresentam todas as células somáticas haploides. Nestas espécies, apenas o zigoto, formado pela fusão de duas células seguida de cariogamia, é diploide e normalmente sofre imediatamente meiose para formar células haploides que darão origem aos novos indivíduos por mitoses.

Ciclo de vida diplonte

Nos animais e alguns protistas, todas as células somáticas são diploides. Os animais e algumas algas possuem, no entanto, uma linhagem de células germinativas, que vão dar origem aos gametas por meiose.

Ciclo de vida haplodiplonte

As plantas vasculares, os briófitos e algumas algas apresentam alternância de gerações entre indivíduos diploides, que produzem esporos haploides por meiose, o esporófito, e indivíduos haploides que produzem gametas, o gametófito.


Noticia #1

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Encontrei esta noticia na net e achei interressante cada por. Fala de um grupo de cientistas argentinos que clonaram uma vaca morta.


"Pesquisadores argentinos conseguiram, pela primeira vez no país, clonar uma vaca que morreu antes da gestação de sua cópia idêntica, informou nesta terça-feira (10) a imprensa local.


A nova bezerra foi clonada a partir do material genético de um exemplar da raça Brangus que em 2007 ganhou um campeonato nacional. O animal clonado nasceu graças ao trabalho de uma equipe de cientistas do Instituto Tecnológico de Chascomús, cidade a 100 quilômetros da capital argentina, Buenos Aires.


"Ela é a primeira vaca clonada no país a partir de um animal morto", disse ao jornal "La Nación" o pesquisador Adrián Mutto, que comandou os especialistas que conseguiram a façanha.

Mutto e outros dois cientistas já tinham conseguido reproduzir a vaca "Ciruelo", outra grande campeã, cuja cópia idêntica, batizada "Ciruelito", foi o primeiro clone de Brangus do mundo.

"O importante é que conseguimos recuperar todo o material genético destes animais. O dono já tinha perdido sua vaca e nós a devolvemos", destacou.

A clonagem foi resultado de um acordo de transferência de tecnologia entre a Universidade San Martín e a empresa ARG Natural Beef, que financia o projeto com um investimento de US$ 250.000.

"Nossa ideia é investir em biotecnologia e, para isso, dominar a técnica de clonagem é fundamental. Tentamos reproduzir animais de maior mérito genético e devemos avançar com isto, mas em equinos", revelou Carlos Marietti, da ARG Natural Beef."

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1373632-5603,00.html

Clonagem

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Clonagem é a produção de indivíduos geneticamente iguais.

A clonagem induzida é feita a partir de um processo no qual é retirado de uma célula o núcleo, e de um óvulo a membrana. A junção dos dois depois é colocada numa barriga de aluguel, ou mesmo em laboratório, para a clonagem terapêutica.

A clonagem induzida artificialmente é uma técnica da engenharia genética aplicada em vegetais e animais, ligada à pesquisa científica. Nesse caso, o termo aplica-se a uma forma de reprodução assexuada produzida em laboratório, de forma artificial, baseada num único património genético.

A partir de uma célula-mãe, ocorre a produção duma ou mais células (idênticas entre si e à original), que são os clones. Os indivíduos resultantes desse processo terão as mesmas características genéticas do indivíduo «doador», também denominado «original».